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Eu já confessei que sou viciada em filmes?

Acho que nem precisa! Mas não é só filme não, é seriado também. Viciadinha da silva, rsrs...


Frases que retirei de filmes que assisti essa semana:

"O fim depende do começo!" Filme: O Clube do Imperador

"Multiplique pelo infinito, até a eternidade... e terá um vislumbre do que me refiro." Filme: Encontro Marcado


Desejo a todos uma semana maravilhosa!!!

 

Sem Deixar Para Amanhã

 

A vida sempre surpreende. Ou talvez se deva dizer que a morte surpreende a vida? Afinal, ela sempre aparece em momento inoportuno. 
 
Quando estamos para nos aposentar e gozar do que consideramos um merecido descanso. Ou quando estamos nos preparando para o casamento.
 
Ou, ainda, quando acabamos de passar por um concurso que nos garantiria uma carreira de sucesso.
 
Por isso mesmo, nunca devemos deixar para amanhã as declarações de afeto.
 
Por vezes, tivemos um professor que nos influenciou muito e realmente deu sentido, propósito e direção à nossa vida. Entretanto, nunca reservamos um tempo para lhe agradecer.
 
De repente, ele morre e ficamos a pensar: "meu Deus, ao menos eu deveria lhe ter escrito uma carta."
 
De outras, brigamos com alguém e punimos a pessoa com nosso silêncio. Passam-se os dias, os meses, os anos.
 
E continuamos com a punição. Aí a pessoa morre.
 
O que acontece? Quase sempre o remorso nos alcança e começamos a cogitar: "eu devia ter falado com ela."
 
Para compensar a nossa culpa, vamos à floricultura e compramos muitas flores, para enfeitar o caixão, a sala mortuária, o túmulo.
 
Teria sido muito mais compensador ter comprado algumas flores antes, um pequeno ramalhete e ter tentado fazer as pazes. Reatar a afeição.
 
É até possível que a pessoa rejeitasse as flores, as jogasse no chão. E nos desse as costas. Mas, então, o problema não seria mais nosso, mas exclusivamente dela.
 
Um dos exemplos mais comoventes a respeito do arrependimento por deixar para depois, nos vem de uma carta escrita por uma jovem americana ao namorado.
 
É mais ou menos assim: "lembra-se do dia em que eu pedi emprestado seu carro novo e o amassei?
 
Achei que você ia me matar, mas você não me matou.
 
Lembra-se de quando eu o arrastei para ir à praia, e você disse que ia chover, e choveu?
 
Pensei que você fosse dizer: ‘eu não a avisei?’, mas você não falou.
 
Lembra-se da época em que eu paquerava todos os rapazes para lhe fazer ciúmes, e você ficava com ciúmes?
 
Achei que você fosse me deixar, mas você não me deixou.
 
E quando deixei cair torta de amora nas suas calças novas?
 
Pensei que você nunca mais fosse olhar para mim, mas isso não aconteceu.
 
E quando me esqueci de lhe dizer que o baile era a rigor, e você apareceu de jeans?
 
Achei que você fosse me bater, mas você não me bateu.
 
Havia tantas coisas que eu queria fazer para você quando você voltasse do Vietnã...
 
Mas você não voltou..."
 
...............
 
Não permitamos que a morte arrebate a chance de dizermos o quanto amamos as pessoas.
 
O quanto elas são importantes para nós. Pode ser uma avó, um irmão, um amigo.
 
Não necessariamente somente pessoas do círculo familiar. Aprendamos a esboçar gestos de amor e a dizer palavras que alimentam a alma do outro.
 
Mesmo que um dia alguém nos tenha dito que não é bom o outro saber que o amamos, porque se aproveitará de nós.
 
Mesmo que outro alguém tenha insinuado que parecemos tolos quando ficamos afirmando a intensidade do nosso amor, da nossa amizade e da nossa ternura.
 
O ser mais perfeito que andou pela Terra, o Mestre Galileu, não temeu demonstrar amor e dizer: "amai-vos como eu vos amei."

Equipe de Redação do site www.momento.com.br com base no cap. "O Casulo e a Borboleta", do livro O Túnel e a Luz, de Elisabeth Kübler-Ross, ed. Verus.

Lírios ao Vento

Eles são apenas meninos... Meninos e meninas soltos nas ruas, como lírios ao vento... Não têm lar nem carinho, não sabem o que é aconchego e proteção. “Eles cheiram mal”, dizem uns. “São pivetes violentos, assaltantes, pervertidos”, alegam outros... Mas são apenas crianças... Somente quem se aproxima desses pássaros indefesos, com atenção, é que pode perceber fatos comoventes e de grande sensibilidade... Certa vez ouvimos, dos lábios de um desses pequenos, uma oração sentida: “Deus, meu pai, ajude as crianças de rua, dê um lar para elas. Ajude essas pessoas que nos recebem e nos dão alimento e carinho. Deus, meu pai, ajude minha família, que não sei onde está, mas o Senhor deve saber. Vá até minha família, meu Deus, e ampare-a”. Somente quem se aproxima desses lírios expostos ao vento, pode perceber que são apenas crianças abandonadas à própria sorte, sem rumo e sem esperança... A pequena, cansada, se debruça sobre a mesa e puxa a manga do moletom, surrado, para esconder o dedo na boca, como se fosse uma chupeta. São crianças como outra criança qualquer... Que vagueiam pelas ruas, sem direção certa... Esses pequenos talvez cheirem mal, como qualquer pessoa que ficasse muito tempo sem tomar banho. Talvez sejam assaltantes, viciados, violentos... Mas são apenas crianças... Sem rumo e sem esperança. Sem um lar, sem a orientação dos pais, eles criam mecanismos de defesa para não sucumbirem às circunstâncias da vida. Agem por instinto. Instinto de sobrevivência, natural em todo ser vivo. Muitos saíram de casa para fugir das agressões dos pais, padrastos, madrastas, ou outros familiares. Agora vivem nas ruas defendendo-se dos perigos existentes nesse meio. Muitos são explorados por adultos delinqüentes. São submetidos pela força, constrangidos a roubar, traficar, se corromper, se prostituir. Alguns trazem as marcas da violência sofrida no pequeno corpo em formação. No entanto, mais profundas e doloridas são as marcas que trazem na alma dilacerada pela solidão, pelo abandono. Que futuro os espera? O que será dessas criaturas frágeis, após as ásperas rajadas de granizo sobre suas vidas indefesas? O que esperar desses pequenos lírios açoitados pelo vento e pelas tempestades que os arrasam?

...............

Se um dia você encontrar um desses pequeninos que vivem na rua, pare um pouco e lhe pergunte sobre seus sonhos, seus anseios, suas vontades secretas. É bem possível que ele lhe diga que quer um brinquedo, que deseja ter um lar para se abrigar das intempéries, um colo para se aconchegar... Talvez peça apenas para não ter mais que dormir no escuro, pois sente medo durante a madrugada. Quem sabe diga que deseja aprender a ler, escrever, fazer parte da história da humanidade, como um ser humano, e não como um farrapo sem importância... E se você, como ser humano que é, puder atender um de seus desejos, pode guardar a certeza de que nesse instante a humanidade estará melhor... E você terá contribuído para isso, socorrendo um desses meninos e meninas que perdeu o rumo de si mesmo. Se porventura ele receber você com indiferença ou agressividade, não leve em conta, pois ele estará apenas usando seus mecanismos de defesa, como fazem as criaturas frágeis, quando estão feridas...

Equipe de Redação do site www.momento.com.br



Quando alguém lhe busca com frio, é porque você tem o cobertor.
Se a tristeza empurra alguém para perto de você, é porque você tem o sorriso.
Se alguém chega com lágrimas, é porque você tem o lenço.
Se a dor impulsiona alguém na sua direção, é porque você tem o curativo.
Quando alguém se acerca com fome, é porque você tem o alimento.
E se o desânimo lhe aproxima um ser, é porque você tem o estímulo necessário.
Quando alguém chega em desespero, é porque você tem a serenidade.
Se alguém foge do tumulto e lhe busca a presença, é porque você tem a tranqüilidade.
Quando alguém lhe procura com medo, é porque você tem a segurança.
Quando vem ao seu encontro um coração aflito, é porque você tem a calma.
E se alguém lhe busca com palavras, é porque você tem a capacidade de ouvir.
Quando lhe chega uma alma em conflitos, é porque você tem a temperança.
Se alguém se aproxima com ódio, é porque você tem o amor.
Se alguém lhe confidencia segredos, é porque você possui a discrição.
Se a mágoa lhe traz alguém, é porque você tem o perdão.
Se lhe apresentam a fantasia, é porque você tem a realidade.
Quando lhe trazem versos, é porque você tem a melodia.
Quando lhe estendem as mãos sangrando, é porque você tem o remédio.
Quando alguém lhe chega com a indecisão, é porque você conhece o rumo certo.
Quando alguém lhe chega com carências, é porque você tem a ternura.
E se alguém lhe busca com dúvidas, é porque você tem a fé.
Quando alguém se aproxima com passos vacilantes, é porque você tem a firmeza.
Se alguém se apresenta com a vontade paralisada, é porque você tem o dinamismo.
Quando alguém chega com a mente confusa, é porque você tem a lucidez.
E se alguém se aproxima com os braços abertos, é porque você tem o abraço.
E, por fim, quando alguém lhe apresenta um frasco vazio, é porque você tem o perfume.
Por todas essas razões, nunca deixe alguém que lhe busca partir sem uma resposta, pois ninguém chega até você por acaso.
Ainda que você pense que nada possui para oferecer, isso não é verdade. Se alguém lhe apresenta uma necessidade qualquer, mesmo que velada, é porque você tem algo para oferecer.

...............

De tudo o que Deus criou e que existe no mundo, o mais importante está dentro de você.
São as suas virtudes de esperança, otimismo, coragem, confiança e amor.
Essas qualidades devem brilhar para fazer a sua vida diferente.
Do desabrochar dessas virtudes latentes em seu íntimo, depende a felicidade de muitos.
Deixe-as fluir de dentro de você como um pássaro livre, e perceberá que essa força divina espargirá paz ao seu redor, alcançando a todos aqueles que cruzam o seu caminho.



Equipe de Redação do site www.momento.com.br

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